domingo, 27 de março de 2016



Qual a diferença entre essas Seleções Brasileiras?

Seleção Brasileira de 1970 (México)

Seleção Brasileira de 1982 (Espanha) 

Seleção Brasileira de 1994 (EUA)

Seleção Brasileira de 2015 (Chile)

          Me diga qual a diferença entre essas quatro seleções, sem ser o talento dos jogadores e a época em que jogaram, nem tão pouco os técnicos que dirigiram essas equipes. repare bem nas fotos e veja que em três há algo em comum e em outra destoa. Ainda não sabe, vou lhe dizer, são as chuteiras. Repare que as seleções de 1970, 1982 e 1994 todos usavam chuteiras pretas, é todos de chuteiras pretas. Uma equipe começa pelo uniforme camisa, calção, meias e chuteiras, então pergunto: por que a atual seleção não usa chuteiras pretas? por que essa divisão? Você deve estar achando exagero, mas quando o ego está acima da equipe não existe equipe, e futebol é um esporte coletivo, ou seja, depende da equipe e não de jogador tal ou craque tal. Em 1962 não tivemos Pelé na copa do Chile e mesmo assim  a Seleção Brasileira consagrou-se Bi- Campeã Mundial. Em 1994 tinhamos Romário, mas também tinhamos uma equipe, onde todos sabiam o que tinham que fazer e o individualismo não existia. A Seleção de 1982 não foi campeã, mas mostrou como uma equipe cheia de craques pode jogar, e como jogou, mas por uma infelicidade não foi campeã. as chuteiras coloridas servem para personalizar cada joga, ou seja, diferencia-lo dos demais com o eu seu sicrano e você é fulano. Chega de divisionismo e egocentrismo, queremos uma Seleção Brasileira, uma equipe, sem dependência de sicrano ou de fulano.

terça-feira, 8 de março de 2016

Derramamento de óleo ameaça rios na Amazônia

© Fornecido por eCycle
Vazamentos de petróleo em grandes proporções na Amazônia peruana, desde janeiro, disparam um alerta para os impactos negativos aos rios e à população. O óleo atingiu os rios Chiriaco e Morona, no noroeste do país, prejudicando comunidades ribeirinhas e indígenas.
O acidente no oleoduto da empresa Petroperu ocorreu na bacia rio Marañon, que é um afluente do rio Amazonas. De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adalberto Luís Val, apesar de atingir o lado peruano, as consequências são para todo o bioma da Amazônia.
“A gente precisa pensar na Amazônia como um bioma ocorrendo em todos os países simultaneamente. Não importa muito aonde a gente tenha um desafio ambiental. Ainda que esse acidente esteja ocorrendo no Peru ele vai afetar o ambiente como um todo”, afirmou.
Segundo o pesquisador, parte do petróleo é solúvel em água e imperceptível, mas tóxico, podendo causar tumores nos peixes. Ele explica que a parte sólida, que fica na superfície da água, é preocupante para algumas espécies típicas da região.
“Uma boa parte dos peixes desenvolveu a capacidade de respirar na interface da água com o ar, ou mesmo respirar ar diretamente, como é caso do pirarucu. Quando em ambientes contaminados com petróleo, que forma uma fina camada sobre a superfície da coluna de água, as estratégias que eles desenvolveram para poder lidar com a baixa disponibilidade de oxigênio na água acabam contaminando os animais”, explicou.
Adalberto Luís Val esclarece que a água contaminada por petróleo contém compostos tóxicos que são prejudiciais para humanos. “Se eles estiveram internalizados pelos peixes e estiverem presentes na musculatura dos animais prejudicam os consumidores de peixes. Ou se os compostos estiverem dissolvidos na água em níveis significativos, a água se torna inapropriada para consumo humano”, alertou Val.
No final de janeiro, o governo peruano decretou situação de emergência em 16 comunidades amazônicas por causa do vazamento de petróleo nos rios que são fornecedores de água potável. O decreto tem validade de 60 dias e prevê que as famílias recebam ajuda humanitária e auxílio nas ações de limpeza.
A assessoria de imprensa do Ibama informou que a mancha de óleo está a 700 quilômetros da Amazônia brasileira e tem poucas chances de cruzar a fronteira.
Fonte: Agência Brasil - MSN - Equipe eCycle
http://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/derramamento-de-%C3%B3leo-amea%C3%A7a-rios-na-amaz%C3%B4nia/ar-BBqnPAV?ocid=mailsignoutmd

Manifestantes pró-Dilma não poderão se manifestar na Paulista neste domingo, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta terça-feira, 8, que não será permitido ato pró-Dilma Rousseff neste domingo, 13, na Avenida Paulista, quando grupos que defendem o impeachment da petista organizam um ato. A determinação de que grupos de esquerda, como a CUT e o MST, não poderiam se manifestar na Paulista neste domingo já havia sido anunciada pelo secretário de Segurança do Estado, Alexandre de Moraes, sob alegação de que a manifestação pró-impeachment foi marcada antes e é preciso todo cuidado para evitar o confronto entre grupos antagônicos.
Em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta manhã, Alckmin disse que a segurança dos manifestantes está garantida no dia 13 e que não serão permitidos atos pró e contra o impeachment nos mesmos local e horário. "Nossa posição é extremamente clara, temos que apressar uma decisão, o Brasil não aguenta mais uma espiral recessiva sem precedente", afirmou. "A situação política se agravou ainda mais e domingo estamos preparados aqui em São Paulo para oferecer toda a segurança para que as pessoas possam se manifestar."
"Havia uma solicitação para ter uma outra manifestação no sentido contrário e dissemos: no mesmo local não pode. Esse pleito a favor do impeachment e contra a corrupção já estava pré-agendado há mais de um mês, não tinha nada a ver com a operação ocorrida na semana passada (condução coercitiva de Lula)", disse Alckmin, em referência à 24ª fase da Lava Jato. "É direito constitucional o direito à manifestação, mas é dever do poder público garantir a tranquilidade e a manifestação da população, a polícia está preparando um trabalho pormenorizado."
Sobre a condução coercitiva de Lula, na sexta-feira passada, 4, para depor no âmbito da Lava Jato, o governador de São Paulo disse à Jovem Pan que Lula não deveria usar subterfúgio para fugir da Justiça. "Todos são iguais perante a lei, aliás, quem foi presidente, governador, prefeito tem até mais responsabilidade e mais dever do que o cidadão comum em prestar conta porque conhece a lei e sabe o que pode e não pode."

Por: Elizabeth Lopes
Fonte: Estadão - MSN
http://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/manifestantes-pr%C3%B3-dilma-n%C3%A3o-poder%C3%A3o-se-manifestar-na-paulista-neste-domingo-diz-alckmin/ar-AAgwQgM?li=AAggXC1&ocid=mailsignoutmd